Eventos Lisboa

MAC-Movimento Arte Contemporânea - Lisboa, Portugal

www.movimentoartecontemporanea.com

inaugura três exposições no dia 2 de Junho pelas 19h




"Karingana-estórias de era uma vez"

pintura de Roberto Chichorro




na Av. Álvares Cabral,58/60 em Lisboa

Roberto Chichorro com esta sua exposição "KARINGANA - estórias de era uma vez" revela-nos o fundamento da sua estética e da sua poética, a essência da imagética formal das suas raízes.
Marcas da vida nas memórias e no registo, estas telas dão-nos a ideia possível das suas referências.
Pintando, Chichorro remete-nos para o seu tempo passado, para os seus lugares de eleição, como se a vida se fixasse em cada modo, em cada cor, em cada amplexo da forma.
Forma que nos faz sentir a estória de ritos e mitos em que somos modelados e fixados numa sinalética que é o paradigma total da nossa/sua realidade.
Assim, paradigmática é a obra de Roberto Chichorro, na obediência, inconsciente ou subconsciente, com que associa os símbolos que revelam a forma total da sua africanidade, na poética ritualesca em que se respira a memória da sua vida vivida.

Como referimos no texto da sua mostra "Tempo de noivamentos com flores de ser jacarandá" a pintura de Roberto Chichorro situa-se num tempo essencial, espacial, e rítmico de um "eros" onirico e musicalizado, marcada por um colorismo emanente de mitos e ritos que se situam nas suas raízes e referências, na ingenuidade possível de um tempo escolhido entre a memória e a poesia"


Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea




"ESPAÇOS-experimentação do olhar

Fotografia Rosa Reis

Rua do Sol ao Rato 9 C em Lisboa






Rosa Reis é uma artista no sentido exacto da palavra, pela alegria que transmite aos outros, pela sua generosidade, pela forma idealista como encara a sua arte e pela originalidade e perspicácia como capta os melhores ângulos de um rosto, o sentido de um gesto, de um movimento ou de vários aspectos do quotidiano, transformando a realidade através de um modo de ver, de visualizar que é o seu.

Com as imagens que Rosa Reis nos oferece, podemos identificar o seu modo de estar e sentir, os seus motivos, a forma mágica como ela integra a realidade dos objectos, a sua presença num mundo continuado e poético que é a sua obra.

Um olhar perspicaz vocacionado para a captação intemporal do mundo, das pessoas e das coisas, dos espaços e dos tempos, Rosa Reis capta a magia do momento incomensuravelmente mínimo, em que o seguinte se desiguala por força do tempo que vivemos, insertos que somos no nosso universo cósmico.

A fotografia, distantemente das outras artes bidimensionais, fixa o momento exacto.
Tentativa usada pelos impressionistas, no sentido de recolher o instantâneo de luz /cor de cada momento. Longe do impressionismo e do realismo em termos estéticos e mesmo descritivos, a inclusão da fotografia como meio moderno surge como sintoma de ruptura e fim da modernidade e, paradoxalmente, dos fundamentos do pós-modernismo.

A imagem fotográfica tem a capacidade de reter presenças que de algum modo sirvam, por um lado para o reconhecimento do real e sua apreensão como a mágica representação de momentos de memória.

Entra por este meio no universo das artes, da arte, talvez ao nível da simbólica representação pré-histórica para a apreensão do objecto, tornado objecto de arte pela evolução dos conceitos.

Tomemos esta analogia como se a fotografia fizesse parte ainda da antropologia das memórias registadas.

Mas, quando a fotografia ultrapassa o real e penetra um mundo filtrado pelo fotógrafo, entra já conceptualmente no campo da arte como fazendo parte integrante dos objectos sujeitos à manipulação do artista, surgindo um objecto-outro posto em acto pela mente criativa do artista.

Em Rosa Reis, ao longo da sua obra publicada, sentimos esse estímulo de registos e comparações do homem em habitats vários, reformulados e inseridos em contextos diversos, dando-nos por vezes a dimensão de escalas e situações em que o homem se ultrapassa a si próprio; noutras séries de obras oferece-nos o inquietante e palpitante espectáculo do frenesim actuante, como se o som e o movimento parassem no tempo, para nos fazer chegar o sentir e o respirar daquele momento.

Assim, é necessário chamar a atenção para o facto de a obra de Rosa Reis não ser a imagem em geral, mas sim o modo como aquela foi concebida e realizada através de um dispositivo técnico elemento intermediário e interfactual entre Ela e o mundo.

No entanto e apesar desta demarcação, é evidente que na sua condição real de imagem, depende ainda de outras relações.

A mais problemática será sem dúvida do ponto de vista histórico e ontológico que a imagem assinala como uma ferramenta de representação realista que Rosa Reis na sua imensa qualidade delata, pela formulação interna que determina a sua forma específica de aprender a realidade, dá-nos essa mesma realidade como sua.

É por esta qualidade enorme que Rosa Reis nos apresenta agora no MAC - Movimento Arte Contemporânea esta exposição e nos oferece aquilo que tomou para si no tempo e no momento como corpo e alma das coisas ali representadas.


Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea




ANVERSO REVERSO - 5

João Duarte/Medalha Contemporânea


 





















Misturando o bronze com outros materiais, João Duarte constrói peças com um novo sentido para o fruidor, podendo este intervir, desagregando e reconstruindo o objecto, como se de um puzzle se tratasse.
Verdadeiramente inovador, medalhista de referência, criou como ninguém antes nem depois, um outro estatuto para a Medalhística, integrando-a de uma forma definitiva no panorama das artes plásticas do nosso país.
Fundador e dinamizador de diversos grupos de acção no campo da medalha contemporânea como o Anverso/Reverso ou o Volte Face, levou as velhas e novas gerações de escultores a interessarem-se pelo estudo da medalha como obra de arte inculcando-lhes a ideia de liberdade de criação de um objecto que pode ser manipulado de uma forma diversa, não forçosamente como sinal comemorativo de algo, mas sim, como objecto com lugar próprio e bem definido no campo da universalidade da arte.
É este o sentido, a forma e o modo como o João Duarte interiorizou e desenvolveu o papel da medalha como OBJECTO DE ARTE, transformando o conceito tradicional num outro - a medalha como objecto lúdico.
Na exposição ANVERSO REVERSO -5 que o MAC agora apresenta, como símbolo da expurga a fazer neste campo plástico, João Duarte assume o papel de mestre que lhe cabe como medalhista maior que é, como artista que assume de corpo inteiro o lugar que lhe compete, cuja obra desenvolveu, repartiu e frutificou, alargando o campo de acção para as novas gerações de escultores e medalhistas.
A medalha tem hoje um sentido - o sentido que o João Duarte lhe deu!

Álvaro Lobato de Faria




Lourdes Leite e Fernando d'F.Pereira no MAC


O MAC-Movimento Arte Contemporânea www.movimentoartecontemporanea.com

inaugura mais duas exposições no dia 5 de Maio pelas 19 horas

"Incursões" de Lourdes Leite
na Av. Álvares Cabral,58/60 em Lisboa e

 "Continuação " de Fernando d'F. Pereira
na rua do Sol ao Rato 9C em Lisboa

ambas as mostras podem ser visitadas de segunda a sexta,das 13h às 20hsábado,das 15h às 19hdomingo, por marcação Tm 96 267 05 32


As exposições estão patentes até 29 de Maio




LOURDES LEITE"INCURSÕES"
Amadeu


Mondrian


Toulouse-Lautrec

Lourdes Leite tem um dos mais fecundos percursos no panorama das artes plásticas portuguesas. A sua pintura, extremamente personalizada, de uma marcante qualidade plástica, assegura-lhe com toda a justiça e sem sombra de dúvida um lugar na "nata" da história de arte portuguesa, que é o patamar dos nossos mestres.

De uma firmeza técnica excepcional no domínio do seu ofício e na marca pessoal que sempre imprime nas suas telas, Lourdes Leite não se deixou nunca absorver por quaisquer temporais e inconsequentes "modismos".

Assim, o rigor e a objectividade com que sempre trabalhou a pintura e a gravura colocaram Lourdes Leite num dos lugares cimeiros da sua geração.
Por isso mesmo, é com crescente destaque no meio artistico português que o seu trabalho se notabiliza, pela profundidade da reflexão em que se envolve por força de um quotidiano artístico e se enriquece pelo rigor, diríamos oficinal, da sua execução e espiritualidade da sua concepção.
Pairando sobre a sua obra, uma forte dimensão lírica que só uma artista subtil e refinada como Lourdes Leite tem o dom e o poder de ostentar, pela fluidez da sua linguagem, pela força e encanto da sua evasão e do seu êxtase, faz com que o viajar pela sua obra seja uma fascinante e esplêndida aventura plástica e poética.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea
2009


FERNANDO D'F.PEREIRA"CONTINUAÇÃO"















Estar perante a pintura de Fernando d' F. Pereira é estar diante de um mundo muito próprio em que a obra se oferece ao fruidor um espectáculo de cor e forma em que estas se autodeterminam para aparência do acaso.

F. Pereira não se inscreve enquanto criativo no mundo massificado da arte global.

Antes, dela se distancia na medida em que não se detecta qualquer influência próxima, não pondo de lado contudo o manancial de saber que advém do conhecimento de toda a pintura anterior, desde um Pollock a um De Kooning, passando mesmo por um Du Buffet, tendo contudo sabido traduzir a síntese de todas as correntes estéticas do século XX num modo muito peculiar de operar no campo plástico a sua interioridade pelo prazer lúdico com que manipula os diversos materiais.

Esse modo de prazer, de um fazer acidental em que formas e figuras parecem surgir do acaso, tornando-se inteligíveis pela forma dinâmica como se relacionam no campo plástico.

É um jogo de pequenas e grandes áreas que se vão tornando conotáveis ao olhar e capacidade de captação e relação formal, criando uma rede de encenação como que divindades saindo de um plasma inicial. Isto provém da alta técnica de Fernando d' F. Pereira no uso dos materiais e no tratamento das cores.

Confirmando o talento e a alta qualidade do autor desta mostra, eis o motivo pelo qual nos sentimos compensados com esta exposição de Fernando d' F. Pereira agora patente no MAC-Movimento Arte Contemporânea.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea
2009

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Álvaro Lobato de Faria, art critic, founder and Coordinating director of The Movement for Contemporary Art in Lisbon, Portugal will receive the honorific title “Amicus Romaniae”, granted by ICR Lisbon, for outstanding support of Romanian Fine Arts. The Ceremony will take place Feb. 19th 2009, at ICR Lisbon, Portugal, 19 H.

Niram Art Magazine wishes to congratulate Mr. Álvaro Lobato de Faria and to thank him and MAC for their impressive contribution in the area of Fine Arts.

 Movement for Contemporary Art in Portugal Presents: 

Miguel Barros

dia 7 de Abril, 3ª feira

 

"FACES"

 

A exposição estará patente até 30 de Abril de 2009.

 

A pintura de Miguel Barros, entre as harmonias e as dissonâncias, faz surgir da sua obra o espírito moderno do questionamento formal, a quebra do espelho fácil da realidade, substituído pela emergência de um “mundo interior”, colorido e de formas da alma que traduzem um olhar aguçado sobre a vida e sobre as coisas.

Álvaro Lobato de Faria

 

Director Coordenador do MAC

 

 

 

 

SAULO SILVEIRA


O MAC -Movimento Arte Contemporânea
inaugura a 7 de abril de 2009, pelas 19 h
na Álvares Cabral 58/60 em Lisboa
a mostra de
Saulo Silveira
"Retorno às Origens"

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O mundo da cor ganha, sem dúvida, como que uma nova forma, coincidindo com o universo artístico de Saulo Silveira. No espaço, as formas do micro e do macro-mundo fluem incessantemente coexistindo como elementos de diferentes dimensões, volumes e planos, aludindo as mais diversas configurações.

Álvaro Lobato de Faria

 

Director Coordenador do MAC

 

 

GLOBAL MAKE UP/ZORAN

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A exposição estará patente ao público até 3 de Abril

 Inauguraçao: dia 3 de março de 2009, terça feira pelas 19 horas

Zoran, o encenador, instalado no seu labirinto social, dele não participa. Inquieto, inquisidor, reconhece a trama e põe em cena a vida corroída por um desespero surdo, num sentimento de angústia entranhada e irreversível, transportando à sua caracterização a fragilidade física e moral de uma sociedade corroída por vícios e à deriva num denso simulacro que conduz a uma aparente paralisia dos seres, enclausurados no seu próprio grito.

 

ORHAN TEKIN    ANA CLARA BÁRBARA
"ELEGIA E ODE"

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A exposição inaugura a 3 de março de 2009

pelas 18.30 horas

Esta é uma exposição que reúne os trabalhos de dois artistas, Ana Clara Bárbara e Orhan Tekin.
Encontraram-se a fazer pesquisa em escultura em Edimburgo, Escócia, e esta é a primeira exposição em que exibem juntos. O trabalho apresentado foi maioritariamente concebido especialmente para esta exposição e desenvolve temas que os artistas exploram habitualmente. Exibem-se peças escultóricas, objectos apresentados no espaço da galeria, colocados sobre mesas e plintos, e também peças de parede. Neste caso particular as peças foram produzidas em Edimburgo e Ankara, finalizados e montados no espaço da galeria MAC – verdadeiramente transportados na mala.

O trabalho de Orhan Tekin, elegia, reflecte sobre a arte como forma de alcance da verdade, da arte como reveladora da natureza tão sublime como sublimadora, do sofrimento, da dor, do fracasso. O artista adopta a visão nietzschiana da arte como aquilo que permite às pessoas existirem e manterem-se seres morais quando confrontadas com o sofrimento.

Nesta perspectiva, Orhan Tekin usa materiais como o carvão, a cinza, a renda, loiça, objectos de uso quotidiano acessíveis aos mais desfavorecidos da sociedade – a admiração que Tekin tem pelos pobres desempenha um papel fundamental na sua motivação como escultor. Inspirando-se em aspectos da sociedade turca, no meio da qual cresceu e onde vive, Orhan combina materiais fazendo surgir objectos que, criados a partir de elementos familiares, fazem aparecer outros, não antecipados.

Orhan admira a capacidade transformadora que os pobres têm e assim elege-os heróis pela capacidade que possuem em criar as ferramentas de sustento e uso diários a partir dos parcos materiais que lhes são acessíveis. Tekin reconhece na limitação de recursos a força impulsionadora que permite aos menos favorecidos libertarem-se dos valores cansados e convencionais do resto da sociedade. Nas peças exibidas, Orhan Tekin reproduz o processo criativo e transmutador daqueles que lhe conferem inspiração.

Ana Clara Bárbara faz uso de tecidos e panos com usura, ouro e tinta de caneta, criando peças que sugerem espaços amplos, abertos. O seu trabalho aponta para zonas que ficaram vagas quando a matéria mais densa se sublimou. Nos anéis inseridos um no outro, o ponto focal é o espaço deixado vazio pela partida dos corpos que formaram o objecto, porém o local de interesse é a área onde os corpos se encontraram e assim deixaram uma impressão durável. Nas peças de parede a artista apresenta contornos de crianças, suspensas sobre galáxias e constelações mas simultaneamente adormecidas em lençóis de berço terreno. Parece deste modo sugerir a relação sincrónica entre a Terra, o espaço sideral e a existência humana. É assim introduzido um olhar de leveza, donde a sua proposta ser de ode.

Para ambos os artistas é importante a noção da revelação da interioridade. No caso de Orhan Tekin, a revelação da matéria que se forma e transforma no segredo do interior da terra, longe da visão clara da Natureza, o carvão. Ou a cinza, âmago leve que fica quando a combustão retira aquilo que constitui a parte dura da matéria. No trabalho de Ana Clara Bárbara – os tecidos re-usados, o ouro metal que não se corrompe, a escrita como continuidade do pensamento e da comunicação da experiência – a revelação é a da presença daquilo que não é inflamável ou do inflamável que persiste, a escolha daquilo que não se deteriora. A passagem humana que resiste, que se multiplica e que se expande.

 

 

Movement for Contemporary Art in Portugal Presents:

 

Brancusi E=mc2 by Romeo Niram

 

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Romeo Niram and Alvaro Lobato de Faria, Coord.Director MAC

 

 

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 Joana Paiva Gomes, Vice.Dir. MAC, Portuguese artist Hilario Teixeira Lopes and Romeo Niram

 

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Onik Sahakian   Romeo  Niram and Zeferino Silva, Dir. MAC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Romeo Niram and Alvaro Lobato de Faria, Dir. coord MAC
Romeo Niram and Alvaro Lobato de Faria, Dir. coord MAC
Vice.Dir. MAC Joana Gomes, Mestre Hilario and Romeo Niram
Vice.Dir. MAC Joana Gomes, Mestre Hilario and Romeo Niram
Onik Sahakian, Romeo Niram and Zeferino Silva, Dir. MAC
Onik Sahakian, Romeo Niram and Zeferino Silva, Dir. MAC
Onik Sahakian
Onik Sahakian
Alvaro Lobato de Faria, Dir. coord MAC, Zeferino Silva , Dir. Mac and Mrs Kerstin Ahlers
Alvaro Lobato de Faria, Dir. coord MAC, Zeferino Silva , Dir. Mac and Mrs Kerstin Ahlers
Expo MAC - Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
Onik Sahakian, and Romeo Niram
Onik Sahakian, and Romeo Niram
Mrs. Elsa Rodrigues, President of Sociedade da Lingua Portuguesa and Prof. Antonio Jose Borges
Mrs. Elsa Rodrigues, President of Sociedade da Lingua Portuguesa and Prof. Antonio Jose Borges
 Zeferino Silva , Dir. Mac ,  Mrs Kerstin Ahlers and Prof. Antonio Jose Borges
Zeferino Silva , Dir. Mac , Mrs Kerstin Ahlers and Prof. Antonio Jose Borges
Onik Sahakian and Romeo Niram
Onik Sahakian and Romeo Niram
Onik Sahakian and Romeo Niram
Onik Sahakian and Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
Romeo Niram and Alvaro Lobato de Faria, Dir. coord MAC
Romeo Niram and Alvaro Lobato de Faria, Dir. coord MAC
Expo MAC - Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
Expo MAC - Romeo Niram
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